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Não criemos pânico

24 FEV 2015
24 de Fevereiro de 2015

Como diria Chapolin, “não criemos pânico”!

Preocupação e cuidado são direitos incontestáveis de cada atleticano, mas devemos ser cautelosos para não instalar um clima de desespero.

Reconhecer as limitações de nosso elenco reforça o que há muito tempo digo sobre a maturidade a qual chegamos. Não prego que isso seja deixado de lado, mas que seja feito em momento propício.

Seguimos para o sexto jogo oficial do ano de 2015. Apesar de muitos jogadores terem permanecido no grupo, perdemos um jogador de referência. Juntou-se ao elenco jogadores que retornaram e outros que chegaram agora.

O tempo é aliado e carrasco, ele tanto pode trazer a “liga” que talvez esteja faltando, quanto pode nos prejudicar se não fizermos todo o possível e não entendermos a importância de cada jogo, seja no mineiro ou na Libertadores.

Faltou-nos nas últimas duas partidas, a raça alvinegra, a gana obrigatória aos que usam o manto do Glorioso das Alterosas. Faltou-nos também nas arquibancadas e redes sociais o apoio incondicional durante os noventa minutos de jogo. Cabendo nesses minutos somente a fé, o grito de incentivo.

Atleticanos que somos, temos que espalhar a máxima no incentivar, enxergando somente as cores da camisa, estejam elas vestindo quem quer que seja. Que cobranças fundamentadas, surjam após o apito final.

Precisamos lembrar ainda do quão sagrado é o nome do Clube Atlético Mineiro e policiar o que falamos e postamos não nos tornando referência oposta do que realmente somos.

Somos conhecidos pela paixão e amor sem medida, pela lealdade que não se discute e não podemos cair na tentação de com um comentário exaltado, profanar essa ligação. Não é só no resultado negativo, na derrota em um jogo, é preciso evitar a derrota pela língua, que permite que invejosos venham diminuir e fazer piada da nossa grandeza.

Amanhã teremos mais um jogo importante. Precisamos da vitória e para que ela venha a reação tem que ser geral. Jogadores deverão dar o sangue pelas cores que vestem e apaixonados deverão deixar em casa vaias, “oooo bicha” e gastar a garganta para entoar com voz e alma o hino e cânticos de apoio somente.

Podemos! Devemos e vamos conseguir juntos!

Eu acredito!

Leide Botelho.

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